18
mar
Encontro de Mães

Escola para mães

Gabriella Farina

imagesPor quantas emoções passa uma mãe? Será possível mensurar?

Desde que o Benjamim nasceu, emocionar-me virou rotina e viver com o riso frouxo já se apegou à minha fisionomia.

Os momentos de alegria e satisfação ao lado do meu boyzinho são constantes e vê-lo crescer, se desenvolver, é meu melhor observatório. As gracinhas de bebê já se juntaram com as travessuras de garoto e eu só faço amar mais e mais essa vida de mãe.

E de tantas bagunças, sentimos necessidade de colocá-lo na escolinha. Todo mundo dizia: Vai ser bom pra ele! Ele vai amar os amiguinhos! Vai desenvolver muito mais! E lá fomos nós, seguindo o fluxo do crescimento dos filhos.

Todo mundo dizia que seria bom pra ele, mas ninguém me falou como fazer essa entrega. Ninguém me ensinou como conter as lágrimas que rolavam no canto dos olhos. Ninguém me mostrou como segurar o coração que ficou apertado, nem como fazer as horas passarem num piscar de olhos para já poder ir buscá-lo.

Ele fica bem. Eu sei! Mas a mamãe aqui precisa se superar a cada dia, porque entregar seu maior tesouro aos cuidados de pessoas que você nunca viu, não é fácil. Mas o dia-a-dia das mães que precisam trabalhar faz com que essas “saídas” se tornem a “solução”, porque esse é um preço que a vida cobra e como ajudadoras, nossa fonte de recursos acaba sendo fundamental na maioria dos lares. Outras, optam por essa alternativa para terem um tempo para elas e poder fazer suas atividades com mais qualidade.

E agora, mais essa questão foi incluída na minha lista materna de orações. Todos os dias, eu e o papai ministramos e abençoamos seu “dia escolar”, para que mau algum o atinja.

Fato é que há poucos dias, eu arrumava sua bolsa de passeio, com muitas fraldas, roupas extras e mamadeiras, agora, organizo sua mochila, fiscalizo sua agenda… e ele só tem 1 ano e 6 meses. Na próxima semana irei à minha primeira reunião de pais. É muita novidade para uma mãe de primeira viagem.

Voltamos para casa enchendo-o de perguntas: E aí, como foi? Conta tudo (a mamãe precisa de todos os detalhes) e ele vêm compartilhando:  A Bol, o Pipi, a Barata… aí sobra para a mente dos pais trabalhar para tentar desenhar uma rotina.

Hoje, fui buscá-lo e a professora o elogiou dizendo que ele é o melhor e mais animado dançarino da sala. Mas ah! Quanto orgulho!

 Escola Brasinha

 


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